A Superintendência do Ministério da Saúde em Mato Grosso anunciou na quinta-feira que o lançamento da Carreta da Saúde da Mulher e a cerimônia de colocação da pedra fundamental da maternidade em Várzea Grande foram adiados. A mudança se deve ao atraso na chegada da carreta, que faz parte de um projeto voltado para a saúde feminina.

    A nova data para o evento ainda está sendo definida, mas a expectativa é que aconteça no início de fevereiro. A confirmação será divulgada assim que a agenda for acertada.

    Este projeto resulta de uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Prefeitura de Várzea Grande, com um investimento total de 103 milhões de reais do Governo Federal. Desse total, 50 milhões serão usados para a construção da maternidade, enquanto 53 milhões estão destinados à compra de equipamentos necessários para a unidade.

    A maternidade será construída no bairro Chapéu do Sol, em um terreno doado que possui mais de 33 mil metros quadrados. O projeto visa ampliar a capacidade do atendimento, contando com cerca de 127 leitos, incluindo áreas específicas para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal e pediátrica. Essa nova estrutura pretende atender uma demanda histórica da região, melhorando a assistência à saúde materno-infantil.

    Em paralelo, a Carreta da Saúde da Mulher, integrante do programa Agora Tem Especialistas do Ministério da Saúde, será essencial para aumentar o acesso das mulheres a exames especializados. O veículo está equipado com diversos recursos, incluindo consultórios, ultrassom, mamógrafo digital, bisturi elétrico e uma sala de acolhimento. A proposta é reduzir as filas de espera por procedimentos de média e alta complexidade no Sistema Único de Saúde (SUS).

    Quando estiver em Várzea Grande, a Carreta atenderá mulheres que estão na fila de regulação do município e de outras dez cidades da Baixada Cuiabana, oferecendo serviços fundamentais para a saúde da mulher.

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