Diabetes Tipo 1 é deficiência? Entenda a discussão no Brasil

    Diabetes Tipo 1 é uma condição que precisa de atenção constante, com decisões diárias e cuidados ininterruptos. Atualmente, uma dúvida que está ganhando destaque é: Diabetes Tipo 1 é considerado deficiência? Essa questão surge no contexto do Projeto de Lei 2687/22, que foi discutido no país desde 2022.

    Neste artigo, você vai entender a atual situação legal do Diabetes Tipo 1 no Brasil, as possíveis mudanças que poderiam ocorrer com a sua classificação como deficiência e as razões pelas quais essa modificação ainda não foi aprovada. Continue conosco para saber mais sobre este assunto relevante.

    Diabetes Tipo 1 é considerado deficiência no Brasil?

    No Brasil, atualmente, a legislação não reconhece Diabetes Tipo 1 como deficiência. Essa condição é crônica e autoimune, e não tem cura. Muitas famílias sentem frustração com essa realidade, mas essa é a situação legal do país. O debate começou recentemente, impulsionado pelo projeto de lei que busca classificar Diabetes Tipo 1 como deficiência. Essa proposta considera as limitações e dificuldades enfrentadas diariamente por quem convive com a doença. Apesar de ter sido aprovada pelo Congresso Nacional, o Poder Executivo decidiu vetar a proposta.

    Portanto, até agora, a legislação não considera automaticamente as pessoas com Diabetes Tipo 1 como Pessoas com Deficiência (PcD), nem assegura acesso direto aos direitos previstos no Estatuto da Pessoa com Deficiência.

    Por que tentaram equiparar o Diabetes Tipo 1 à deficiência?

    Indivíduos com Diabetes Tipo 1 enfrentam várias barreiras sociais, educacionais e profissionais. Muitas vezes, eles lidam com a falta de entendimento no trabalho, a ausência de protocolos em escolas e até preconceitos. Os defensores dessa equiparação acreditam que essas barreiras justificam a inclusão legal como deficiência, de acordo com o conceito adotado internacionalmente.

    Desse jeito, o projeto de lei foi uma tentativa de ampliar direitos e garantir proteção social. Além disso, buscava criar políticas públicas mais direcionadas para quem vive com Diabetes Tipo 1, reconhecendo suas realidades e desafios.

    O que mudaria se o Diabetes Tipo 1 fosse considerado deficiência?

    Caso a legislação considerasse o Diabetes Tipo 1 uma deficiência, várias mudanças poderiam acontecer. Primeiramente, as pessoas com a condição teriam acesso a direitos garantidos às PcDs. Isso, claro, passaria por uma avaliação biopsicossocial. Entre as principais mudanças, estariam o acesso a cotas em concursos e empregos e a prioridade em serviços públicos e privados.

    Outra questão importante é que, em certos casos, pessoas com Diabetes Tipo 1 poderiam ter direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), desde que respeitassem os critérios de renda e avaliação funcional. Assim, essa equiparação não traria benefícios automáticos, mas abriria novas possibilidades legais.

    O que não mudaria automaticamente com a equiparação?

    É importante entender que a equiparação do Diabetes Tipo 1 à deficiência não garantiria benefícios automáticos para todos. Cada direito seria analisado individualmente, assim como já acontece com outras deficiências. Além disso, o SUS continuaria a garantir o acesso à insulina e aos tratamentos necessários. Essa legislação já assegura esses direitos, independentemente da classificação legal.

    Outro ponto a considerar é que a equiparação não tornaria todos os portadores de Diabetes Tipo 1 incapazes para o trabalho ou para atividades diárias. Portanto, essa mudança teria um impacto mais jurídico e social, funcionando como um mecanismo de proteção, invés de ser um rótulo limitador.

    Por que o PL 2687/2022 foi vetado?

    Apesar de ter passado no Congresso, o projeto foi vetado. O governo alegou que a proposta ia contra a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que tem um status importante no Brasil. De acordo com essa convenção, deficiência vai além de uma condição médica, e envolve também a interação entre a pessoa e as barreiras sociais.

    Além disso, o veto indicou que não havia uma previsão de impacto financeiro e de fonte de recursos para os novos direitos que seriam criados. Neste contexto, o governo acreditou que a equiparação automática poderia acarretar insegurança jurídica e orçamentária. Mesmo assim, o assunto ainda é debatido e há grupos políticos e sociais que lutam para derrubar o veto ou criar um novo texto que atenda as exigências legais.

    O futuro do debate sobre Diabetes Tipo 1 e deficiência

    Apesar do veto, a discussão sobre Diabetes Tipo 1 e sua relação com deficiência está longe de ser encerrada. Na verdade, o tema ganhou espaço e despertou reflexões importantes sobre inclusão e direitos fundamentais.

    Os especialistas acreditam que um caminho viável seria reconhecer o Diabetes Tipo 1 dentro de uma lógica biopsicossocial, considerando o caso de cada pessoa, sem fazer generalizações. Assim, o objetivo seria proteger quem realmente enfrenta limitações significativas, sem criar rótulos.

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