O Sindsul, sindicato que representa os trabalhadores, indicou uma nova diretora para os planos da Cemig Saúde. Esta profissional já foi assessora da Forluz, uma das patrocinadoras da Cemig Saúde, mas foi demitida previamente. A Forluz participará da Assembleia de Patrocinadoras, que decidirá se aceita ou não a indicação.
De acordo com o acordo de unificação das entidades, o Comitê Gestor não possui autonomia para aprovar ou rejeitar essa indicação. O Sindsul havia solicitado, na mudança, a criação de uma nova diretoria para os planos de saúde, com a indicação de profissionais qualificados do mercado. No entanto, a indicação atual não atende a esses critérios exigidos.
A profissional indicada trabalhou diretamente com o ex-diretor da Forluz, Vanderlei Toledo, e foi desligada pela diretoria da Fundação. Isso levanta questionamentos sobre se a Forluz aceitaria uma pessoa que já foi dispensada anteriormente.
Além disso, estima-se que os salários da nova diretoria que será formada podem aumentar os custos da Cemig Saúde em pelo menos R$ 1 milhão por ano. O Sindsul precisa considerar este impacto financeiro.
Organizações que atuam em defesa dos participantes da Forluz e da Cemig Saúde estão ressaltando a importância de um processo de seleção justa e técnica para as novas nomeações. O foco é garantir que os profissionais escolhidos tenham a experiência necessária para contribuir positivamente na gestão dos planos de saúde.
Com a rara oportunidade de influenciar na escolha dessa nova diretoria, as entidades representativas pedem apoio da comunidade a fim de se fortalecer financeiramente. As despesas com consultorias e advocacia são altas, e é fundamental que os participantes se unam a essas associações para proteger seus direitos e interesses.
