À medida que se aproxima o período eleitoral, o Alto Sertão paraibano ganha destaque nas discussões políticas do estado. Esse interesse se deve tanto ao número crescente de pré-candidaturas quanto à relevância dos projetos que estão surgindo na região. Em 2026, observa-se uma evolução na abordagem política, onde a disputa por cadeiras na Assembleia Legislativa deixa de ser ocasional e se torna parte de uma estratégia mais ampla para reposicionar a região no cenário político.

    Nesse contexto, o ex-prefeito de Monte Horebe, Marcos Eron, se destaca como uma figura importante. Ao contrário de outros candidatos que dependem de alianças temporárias ou circunstanciais, Eron constrói sua pré-candidatura com um forte capital político, resultado de sua experiência na administração, do contato direto que tem com a população e da consistência em seu discurso ao longo dos anos. Sua proposta não é improvisada, mas fundamentada em uma análise cuidadosa das necessidades históricas do Alto Sertão, especialmente da região do Alto Piranhas.

    Eron se firma como uma das poucas lideranças regionais capazes de articular uma agenda sertaneja de maneira autônoma e convincente na Assembleia. Sua experiência como gestor municipal lhe confere um embasamento técnico e uma legitimidade que apoiam sua mensagem, que combina responsabilidade fiscal, sensibilidade social e uma visão clara de desenvolvimento para a região. Além disso, sua postura crítica em relação ao Governo do Estado o estabelece como um contraponto importante ao governo atual, oferecendo uma alternativa tangível de representação independente aos eleitores.

    Enquanto outros projetos se baseiam em redes de poder já estabelecidas, Marcos Eron opta por uma abordagem que envolve a construção de laços comunitários fundamentados em parcerias duradouras, evitando acordos eleitorais superficiais. Sua influência se estende além de Monte Horebe, alcançando diversos municípios do Sertão e do Alto Piranhas, fruto de um trabalho contínuo e orgânico.

    O cenário político do Alto Sertão é caracterizado pelo risco de fragmentação dos votos. Nesse sentido, Eron se apresenta como um fator estabilizador. Sua candidatura não visa apenas competir, mas organizar o campo político em busca de uma representação firme, clara e com identidade regional. Ele se compromete a transformar a diversidade de propostas em uma força coesa.

    Embora existam outras pré-candidaturas, é inegável que Marcos Eron possui um papel diferenciado nesse processo. Ele representa a fusão entre inovação e experiência, crítica e responsabilidade, identidade local e ambições estaduais. Em um meio político frequentemente dominado por pragmatismos, sua trajetória sugere um compromisso sólido com princípios e previsibilidade institucional.

    A disputa por 2026 no Alto Sertão não se resume a uma competição por votos, mas é uma luta por significado, projetos e liderança. Nesse cenário, Marcos Eron não aparece apenas como um candidato, mas como um símbolo de renovação política na região, capaz de restaurar a voz do Sertão na Assembleia Legislativa da Paraíba.

    Mais do que apenas buscar uma posição, Marcos Eron se propõe a transformar a forma como o Alto Sertão é percebido nas discussões estaduais. Em tempos de discursos superficiais e efêmeros, essa visão representa uma diferença significativa.

    Share.