A Argentina enfrentou dificuldades na partida contra Cabo Verde e quase foi eliminada da Copa do Mundo. A atual campeã mundial venceu por 3 a 2 na prorrogação, mas o jogo foi decidido por um gol contra nos minutos finais do tempo extra.

    Lionel Messi abriu o placar para a Argentina, mas a seleção africana não aceitou o papel de coadjuvante e levou o jogo para a prorrogação. No final do tempo extra, um desvio contra o próprio patrimônio garantiu a classificação da equipe sul-americana.

    O resultado salvou a Argentina de uma eliminação que seria considerada um vexame. A atuação da equipe foi irreconhecível e, segundo análises, se o adversário fosse uma seleção de alto nível, a Argentina poderia ter sofrido uma derrota histórica.

    O sufoco argentino serve como alerta para outras seleções, incluindo a França, que é apontada como favorita ao título. A soberba pode cobrar um preço alto em Copas do Mundo, como aconteceu com o Brasil de 1982, que era favorito e foi eliminado pela Itália.

    O perigo do favoritismo

    A história mostra que o favoritismo não garante vitória em Copas do Mundo. O Brasil de 1982 era uma seleção elogiada e considerada a melhor do mundo, mas foi eliminada nas quartas de final pela Itália, em um jogo que ficou marcado como uma das maiores zebras da história do torneio.

    A França atual vive situação semelhante, sendo apontada como a grande favorita ao título. No entanto, o mata-mata é traiçoeiro e qualquer deslize pode custar a eliminação. Até a grande final, o roteiro está aberto para surpresas, e as seleções precisam manter a concentração em cada partida.

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    Nilson Tales

    Formado em Engenharia de Alimentos pela UEFS, Nilson Tales trabalhou durante 25 anos na indústria de alimentos, mais especificamente em laticínios. Depois de 30 anos, decidiu dedicar-se ao seu livro, que está para ser lançado, sobre as Táticas Indústrias de grandes empresas. Encara como hobby a escrita dos artigos no Universo NEO e vê como uma oportunidade de se aproximar da nova geração.