Após o encerramento da saga de 10 anos com a expansão “The Final Shape” de Destiny 2, a desenvolvedora Bungie planejou uma nova fase do jogo chamada “The Edge of Fate”. No entanto, segundo o diretor do jogo, Tyson Green, essa transição não ocorreu como esperado. A nova expansão não conseguiu atrair os jogadores que permaneceram durante toda a saga anterior.
A proposta inicial da equipe era oferecer mais desafios para os jogadores veteranos, incluindo níveis mais altos, melhores armas e armaduras, além de novos sistemas de progressão para aqueles que buscam uma experiência mais intensa. Entretanto, na prática, muitos jogadores sentiram que esses desafios se resumiam a uma exploração sem recompensas significativas.
Tyson Green percebeu que a expectativa dos jogadores vai além de apenas ver suas estatísticas subirem; eles desejam uma sensação real de retribuição pelos esforços dedicados. Como resultado, muitos jogadores optaram por abandonar o jogo, e o número de usuários ativos caiu consideravelmente em comparação com o período de “The Final Shape”.
Diante dessa situação, a Bungie decidiu mudar sua abordagem. Ao invés de lançar uma grande expansão anualmente, a empresa agora planeja disponibilizar duas expansões de tamanho médio por ano. Essa mudança visa resolver problemas de forma mais ágil e atender às demandas dos jogadores, buscando manter o jogo relevante e interativo.
A próxima expansão, intitulada “Renegades”, está prevista para ser lançada em 2 de dezembro de 2025. Com uma temática inspirada em faroestes espaciais e influências de Star Wars, a expectativa é que essa nova fase consiga reconquistar os jogadores que deixaram o jogo.
Agora, resta aguardar para ver se as mudanças propostas pela Bungie serão eficazes em revitalizar o interesse pelo jogo.
