A cantora Diane Warren alcançou um feito raro e ao mesmo tempo frustrante no cinema. Ela recebeu sua 17ª indicação ao Oscar, mas ainda não venceu a estatueta dourada.

    Neste ano, ela foi nomeada na categoria de Melhor Canção Original por “The Fire Inside“, da animação “Flamin’ Hot“. A música é interpretada por Becky G.

    Com isso, Warren igualou o recorde de maior número de indicações na história do Oscar sem uma vitória, anteriormente pertencente ao diretor de fotografia Kevin O’Connell. O’Connell finalmente venceu em sua 21ª tentativa.

    A trajetória de Warren com a Academia começou em 1988, quando foi indicada por “Nothing’s Gonna Stop Us Now“, de “Mannequin“. Desde então, suas canções para filmes como “Con Air“, “Armageddon” e “Pearl Harbor” garantiram sua presença constante na disputa.

    Em entrevista, a cantora demonstrou um misto de humor e persistência em relação à seca. “Eu continuo tentando”, disse Warren. “É como uma grande piada, mas eu amo piadas.”

    Ela também brincou sobre a possibilidade de receber um Oscar honorário no futuro. “Talvez eles me deem um quando eu estiver com 90 anos”, comentou.

    Apesar das repetidas derrotas, Warren segue como uma das compositoras mais solicitadas de Hollywood. Seu estilo distinto e sua habilidade em criar canções temáticas para filmes garantem seu lugar nas campanhas awards.

    Especialistas apontam que a concorrência na categoria de Melhor Canção Original é particularmente acirrada. Frequentemente, as vitórias são influenciadas pelo sucesso comercial do filme ou pelo momento de carreira do intérprete.

    Warren já venceu um Emmy, um Grammy e foi indicada a dois Globos de Ouro. O Oscar permanece como a grande lacuna em seu currículo de prêmios.

    A cerimônia do Oscar deste ano será acompanhada de perto por fãs e colegas da indústria, que torcem para que a cantora finalmente quebre o jejum. A pergunta que permanece é se a 17ª indicação será a sorte de Diane Warren.

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    Formado em Engenharia de Alimentos pela UEFS, Nilson Tales trabalhou durante 25 anos na indústria de alimentos, mais especificamente em laticínios. Depois de 30 anos, decidiu dedicar-se ao seu livro, que está para ser lançado, sobre as Táticas Indústrias de grandes empresas. Encara como hobby a escrita dos artigos no Universo NEO e vê como uma oportunidade de se aproximar da nova geração.