A FIFA anunciou novas regras para a Copa do Mundo de 2026, com o objetivo de acelerar o jogo e reduzir as paralisações. As mudanças incluem tempo limite para cobranças de laterais, agilidade nos tiros de meta e substituições mais rápidas. O VAR também ganhará novas atribuições.

    Apesar das alterações, a entidade recuou da proposta defendida por Arsène Wenger para modificar a regra do impedimento. Pela ideia estudada, um atacante só estaria impedido se todo o seu corpo estivesse à frente do último defensor.

    Na prática, a mudança acabaria com a anulação de gols por centímetros, como joelhos, ombros ou pontas de chuteira. A proposta visava dar mais vantagem ao ataque e diminuir as polêmicas geradas pelo uso do VAR.

    Em vez de alterar a regra, a FIFA optou por aperfeiçoar os mecanismos que identificam os impedimentos. O problema, segundo críticos, continua o mesmo, apenas sendo detectado com mais rapidez. Para muitos, a decisão representa conservadorismo e falta de coragem para resolver uma das maiores distorções da era do VAR.

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    Nilson Tales

    Formado em Engenharia de Alimentos pela UEFS, Nilson Tales trabalhou durante 25 anos na indústria de alimentos, mais especificamente em laticínios. Depois de 30 anos, decidiu dedicar-se ao seu livro, que está para ser lançado, sobre as Táticas Indústrias de grandes empresas. Encara como hobby a escrita dos artigos no Universo NEO e vê como uma oportunidade de se aproximar da nova geração.