O Brasil está enfrentando uma crescente crise de dependência de jogos, com o Sistema Único de Saúde (SUS) registrando um aumento significativo nos atendimentos relacionados a esse problema. Entre 2023 e 2025, o número de pessoas que buscaram ajuda dobrou e, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, cerca de 4 milhões de brasileiros lidam com o transtorno causado pelo jogo patológico. Esse aumento é relacionado, principalmente, ao acesso facilitado às apostas virtuais atualmente disponíveis nos celulares, que também patrocinam eventos esportivos e times.

    Para enfrentar essa situação, os ministérios da Saúde e da Fazenda anunciaram investimentos de 12 milhões de reais, além da criação de um observatório que irá monitorar a dependência a jogos e prestar apoio a indivíduos afetados. Estima-se que as perdas socioeconômicas relacionadas a esse problema possam alcançar 38 bilhões de reais por ano, refletindo um impacto considerável não apenas na vida das pessoas, mas também na economia do país.

    Além dessa questão, várias outras notícias importantes estão em destaque. Na Austrália, foi aprovada uma lei que proíbe o uso de redes sociais como Instagram e TikTok para menores de 16 anos, buscando proteger a saúde mental dos jovens. A justificativa para essa medida é a preocupação com os efeitos negativos que as redes sociais podem ter no comportamento e bem-estar das crianças e adolescentes.

    No campo da pesquisa, cientistas da Universidade de São Paulo (USP) descobriram uma molécula no veneno do escorpião amazônico que apresenta potencial anticâncer. Experimentos mostraram que essa substância é capaz de destruir células de tumores mamários.

    Em meio a esses fatos, uma questão ambiental preocupante surge: o Brasil está desperdiçando, diariamente, o equivalente a 21 milhões de caixas d’água tratadas. Esse número representa uma quantidade alarmante de água que é perdida, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, devido a problemas na distribuição, em um contexto de crise climática.

    Esses eventos e dados trazem à tona a necessidade de se pensar em abordagens mais eficazes e sustentáveis para lidar com as crises atuais, tanto em saúde pública quanto em questões ambientais.

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