A jornalista Mônica Salgado fez duras críticas à atriz Luana Piovani durante sua participação no programa Pânico, da Jovem Pan. Ela afirmou que a atriz transformou a polêmica em profissão e que vive de “apontar os dedos”.
A declaração aconteceu quando o apresentador Fred Ring perguntou se, diante de temas polêmicos na internet, o melhor caminho é entrar no jogo ou ficar em silêncio. Mônica respondeu que tudo depende do assunto e do lugar de fala de quem se envolve. Para ela, quando a briga não tem relação com o nicho da pessoa, vira apenas “polêmica pela polêmica”.
Foi aí que Luana entrou no centro da roda. “A Luana Piovani é um exemplo claro. A profissão dela hoje é apontar dedos e gerar polêmica”, disparou Mônica.
A jornalista questionou se essa audiência, movida muitas vezes por hate, realmente se converte em valor comercial. “Agora, essa audiência é válida? No que reverte essa audiência? É para alimentar o ego puramente?”, questionou.
Mônica também citou o contrato de R$ 300 mil que Luana fechou com o Sinal-DF, sindicato dos funcionários do Banco Central. A atriz foi contratada para gravar vídeos criticando a PEC da Autonomia Financeira do Banco Central. “Foi pega ali com a boca na botija”, disse Mônica.
A jornalista ainda questionou o mercado publicitário. “E você vai se afundando também, porque que marca quer se associar… A Luana vive de marca, ela vive disso, né? De patrocínios. Então, que marca quer se associar a uma personalidade como essa?”, questionou.
Ela completou: “Então, mas tirando o Banco Central, que acabou de pagar 300 mil reais para ela dar uma opinião, uma opinião totalmente isenta nas redes sociais dela, eu não vejo nenhuma marca endossando não”.
A fala mais dura veio em seguida. “Sinceramente, não acho que uma marca séria quer se associar a essa mulher que tá decadente, que tá, enfim, cavando a sua própria cova, eu vejo”, afirmou.
Emílio Surita, apresentador do programa, também comentou o assunto. Ele disse que quem trabalha com polêmica precisa sempre subir um degrau, até chegar a um ponto em que a própria pessoa se confunde. Mônica concordou com a ideia de que pode virar algo viciante.
A análise de Mônica tem um ponto central: a economia da atenção recompensa barulho, mas o mercado pode se assustar com quem vive em estado permanente de guerra. Luana sabe gerar assunto como poucas. Ela entra em embate com Neymar e vira manchete. Critica Virginia e movimenta fandom. Boicota Copa, cutuca a FIFA, fala de política internacional e cria onda. Só que, segundo Mônica, esse modelo cobra um preço.

