A trama em questão narra a complexa relação entre Laerte e sua prima Helena, marcada por amor, ciúmes e rivalidade. Laerte, vivido por diferentes atores ao longo da história, desenvolve uma obsessão por Helena, interpretada também por várias atrizes. O enredo é intensificado pela proximidade de Virgílio, um amigo de Laerte que também demonstra interesse por Helena.

    A história também aborda temas delicados em nossa sociedade, como alcoolismo, a doença de Parkinson e a homossexualidade. Em um arco paralelo, Clara, interpretada por Giovanna Antonelli, vive um relacionamento estável com Cadu, interpretado por Reynaldo Gianecchini. No entanto, a dinâmica muda quando Clara se encontra com Marina, que se interessa por ela, trazendo novas complexidades ao enredo.

    Na audiência, a novela enfrentou dificuldades, registrando a pior média de audiência do horário nobre até então. Sua estreia trouxe 33 pontos no Ibope da Grande São Paulo, uma marca importante para o mercado publicitário. Com o tempo, os números caíram para cerca de 29 e 30 pontos, mas um pique final de 41 pontos foi alcançado no último capítulo.

    A história abrange um período de mais de três décadas, desde os anos 1980 até 2014. A narrativa se inicia em Goiás e é seguida por eventos no Leblon, um famoso bairro da zona sul do Rio de Janeiro, passando também por cenas em Viena, na Áustria. O romance entre Laerte e Helena floresce em sua infância, cercado pelas belezas naturais de Esperança, uma cidade fictícia.

    As irmãs Chica e Selma são casadas com os irmãos Ramiro e Itamar, respectivamente. A união de Chica e Ramiro resulta na criação de três filhos: Clara, Felipe e Helena. Já Selma e Itamar têm Laerte, um talentoso flautista. A teia de relações familiares e os conflitos pessoais entre os personagens formam a base dessa narrativa envolvente e cheia de reviravoltas.

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