A jogadora Tainara destacou a torcida e o elenco após a virada do Sesc-Flamengo sobre o Praia Clube na semifinal da Superliga Feminina de Vôlei. A equipe rubro-negra venceu a partida após salvar quatro match points no quarto set e reverter um placar desfavorável.

    Com 18 pontos marcados, a camisa 10 do time analisou a atuação. “Foi uma partida de muita superação e vontade”, afirmou a atleta. Ela citou os erros em excesso cometidos pela sua equipe nos sets iniciais, que foram conquistados pelo Praia Clube, mas reforçou a recuperação demonstrada no decorrer do jogo.

    Tainara creditou a reação ao trabalho coletivo e ao apoio da torcida, que lotou o Maracanãzinho. A vitória forçou um terceiro e decisivo jogo na série, que é disputada em melhor de três partidas.

    O Praia Clube, de Uberlândia, esteve muito perto da classificação para a final. A equipe mineira chegou a ter quatro bolas de match no quarto set, mas não conseguiu concretizar a vitória. O Sesc-Flamengo então aplicou uma sequência de seis pontos consecutivos para levar o set e igualar a disputa, decidindo a partida no set seguinte.

    A ponteira Michelle, do Praia Clube, que tem sido um dos grandes nomes da equipe na semifinal e anotou 18 pontos neste jogo, avaliou a partida. Ela reconheceu o mérito da equipe adversária pela reação e projetou o jogo 3, afirmando que “não tem nada ganho”.

    Do outro lado, a medalhista olímpica Carol Gattaz, que acompanhou a derrota de seu time, falou sobre a fase. A central avaliou que houve uma sensação de “impotência grande” e considerou que, embora o Sesc-Flamengo tenha tido um bom desempenho, ao Praia Clube “faltou um pouco de coragem” em momentos decisivos.

    O terceiro e decisivo jogo da semifinal está marcado para a próxima sexta-feira, no Rio de Janeiro. O vencedor desta série garantirá uma vaga na final do campeonato nacional.

    Em outro fato relacionado ao vôlei nacional, a ex-jogadora Virna lamentou publicamente a morte de Oscar Schmidt, ídolo do basquete. Ela relembrou o incentivo que recebeu dele durante os Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, quando ambos representavam o Brasil. Os dois, nascidos em Natal, também conduziram juntos a tocha olímpica nos Jogos do Rio 2016, na capital potiguar.

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    Nilson Tales

    Formado em Engenharia de Alimentos pela UEFS, Nilson Tales trabalhou durante 25 anos na indústria de alimentos, mais especificamente em laticínios. Depois de 30 anos, decidiu dedicar-se ao seu livro, que está para ser lançado, sobre as Táticas Indústrias de grandes empresas. Encara como hobby a escrita dos artigos no Universo NEO e vê como uma oportunidade de se aproximar da nova geração.